Entre moda e cultura pop, Fendi celebra os 25 anos da Baguette

Da cultura pop às passarelas, a criação da Fendi retorna como símbolo atemporal de estilo e personalidade

Fendi baguette Sarah Jessica Parker
Sarah Jessica Parker e a Baguette: diferentes histórias, atitudes e momentos de vida (Divulgação | Bibi Borthwick)

Por Karina Hollo

 

Mais do que uma bolsa, a Baguette se tornou um dos maiores símbolos da moda contemporânea. Criada pela Fendi no fim dos anos 1990, em plena era do minimalismo, a peça nasceu com uma proposta simples: ser compacta, prática e carregada sob o braço. Mas rapidamente ultrapassou sua função original para se transformar em um objeto de desejo e em uma declaração de estilo.

 

Ao desafiar a estética sóbria da época com cores vibrantes, técnicas artesanais e materiais inovadores, a Baguette consolidou-se como um manifesto de individualidade e expressão pessoal.

 

LEIA MAIS

 

 

Agora, a icônica bolsa ganha um novo capítulo em sua trajetória com uma campanha global estrelada por nomes como Sarah Jessica Parker, Bang Chan, Emma D’Arcy, Jessica Alba e outros embaixadores internacionais da maison. Fotografada por Bibi Borthwick, a campanha celebra a relação íntima entre cada personalidade e sua Baguette, reforçando a ideia de que a bolsa é uma extensão da identidade de quem a usa.

 

A narrativa resgata, inclusive, uma das frases mais emblemáticas da cultura pop. Ao aparecer novamente com a Baguette, Sarah Jessica Parker revive a memória de Carrie Bradshaw em Sex and the City, eternizada pela declaração: “Não é uma bolsa, é uma Baguette”.

 

Para a temporada Outono/Inverno 2026-27, sob a direção criativa de Maria Grazia Chiuri, a peça retorna à sua silhueta original e ao histórico código de estilo 26424, reforçando seu status de clássico atemporal. O relançamento reafirma a capacidade da Baguette de atravessar gerações sem perder relevância, equilibrando herança, artesanato e contemporaneidade.

 

Mais de duas décadas após seu lançamento, a Baguette continua ocupando um lugar singular no universo do luxo. Em vez de seguir tendências, a bolsa permanece como um símbolo de personalidade, capaz de refletir diferentes histórias, atitudes e momentos de vida. Sua força está justamente nessa versatilidade: ser ao mesmo tempo um ícone da moda e um objeto profundamente pessoal. Não por acaso, a Baguette segue sendo uma das criações mais reconhecidas da história da maison, provando que alguns acessórios vão muito além da função e entram definitivamente para a cultura.