Ciência de ponta contra a flacidez facial

Volnewmer, aparelho de radiofrequência monopolar vence o desconforto na busca por um contorno com menos flacidez facial

flacidez facial

Por Karina Hollo

 

A flacidez facial é uma reclamação constante nos consultórios dermatológicos. Porém, a busca por tratamentos estéticos passa por uma importante transformação cultural. O desejo por mudanças drásticas cedeu lugar à procura por naturalidade, preservação da identidade e rigor científico.

 

No entanto, o receio do desconforto físico permanece como uma das principais barreiras no consultório dermatológico. Simultaneamente, o avanço de novos hábitos e tratamentos de saúde — exemplificados pela popularização do fenômeno conhecido como “rosto de Ozempic“, caracterizado pela perda acelerada de sustentação e densidade facial após emagrecimento significativo — trouxe à tona a necessidade de tecnologias capazes de reestruturar a derme sem intervenções invasivas.
 

Nesse cenário de transição, a radiofrequência monopolar Volnewmer surge como um avanço para a medicina estética. Voltada para a redensificação dérmica e o estímulo à neocolagênese através do aquecimento controlado dos tecidos, a tecnologia destaca-se não apenas por seus resultados na arquitetura do rosto, mas pelo avanço na experiência do paciente: um estudo clínico comprovou que o tratamento proporciona uma redução de até 45,8% na dor durante a aplicação.

 
O diferencial do Volnewmer reside em seu sistema inovador de resfriamento contínuo à água. “Na prática, a água mantém a pele protegida durante toda a aplicação de forma constante. Isso reduz bastante o desconforto sem abrir mão da eficácia do tratamento”, explica a dermatologista Gabriela Capareli, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). “A dor é um dos fatores que mais pesam na decisão da paciente. Quando a aplicação é tolerável, conseguimos adesão e continuidade de protocolo.”
 
O reposicionamento ocorre porque a energia térmica reorganiza os compartimentos de gordura existentes e induz a produção autónoma de colágeno, eliminando a necessidade de volumizadores sintéticos.
 

A tecnologia alinha-se, assim, ao conceito contemporâneo de rejuvenescimento: respeitar as proporções individuais, recuperar a firmeza perdida com o tempo ou o emagrecimento e devolver contorno à face com total elegância e segurança.

 

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